Watch Dogs, o futuro amor de todo stalker

Imagine um mundo como o nosso, com pessoas como as nossas, com a mesma tecnologia que a nossa, com celulares, carros, computadores,(enfim tudo igual), e com pessoas paranoicas pensando que são observadas e controladas por uma grande corporação ou pelo governo(mais fiel a nossa realidade que isso não pode existir). Bom agora adicione a tudo isso uma tecnologia que pode hackear quase ou absolutamente tudo em sua volta, um vigilante em uma grande cidade como Chicago tentando fazer justiça com essa tecnologia. Se você já ouviu falar sobre Watch Dogs(o que não é difícil) acertou em cheio.

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Watch Dogs é uma das grandes apostas para a nova geração de consoles, e para 2014 da Ubisoft, a produtora de grandes sucessos como Assassins Creed, Rayman, Splinter Cell, Far Cry, Prince of Persia, entre outros. Agora transporta você para esse mundo paranoico que a gente vive através da possiblidade de controlar boa parte da tecnologia a sua volta por um smartphone, além de um mundo aberto de grandes proporções, e gráficos que prometem pela perfeição de detalhes.

Nesse jogo privacidade não vai existir para ninguém, afinal você pode controlar câmeras, celulares pessoais, sistemas de segurança, e todas essas paradinhas que a gente vive cercado e quase não se imagina vivendo sem elas, um verdadeiro jogo feito para stalkers. Você pode descobrir quase tudo sobre quem você vai hackear, como ficha criminal, musicas favoritas, e alguns detalhes sórdidos da vida dessa pobre pessoa, ou simplesmente vigiar casais em seus apartamentos ou casas pelas câmeras das ruas.

A movimentação é uma mistura de Assassin Creed e Splinter Cell, o que já promete muito. Vamos esperar o lançamento para avaliar melhor esse jogo.

O lançamento do jogo era esperado para novembro de 2013, mas foi adiado pela produtora para refinar mais o jogo para o inicio de 2014.

Uns dragões, uma flecha, e um joelho

Olá garotada, estou de volta aqui nesse tão humilde blog, para protestar falar de um dos jogos mais sensacionais que já lançaram nesses últimos cinco anos. Sim eu vou falar de Elders Scrols V –Skyrim.  O jogo que vai tirar sua vida social pelos últimos dez anos se você tentar fazer tudo nesse jogo.

Skyrim começa quando o líder da rebelião Stormcloak, Ulfric é preso e está sendo levado em uma carroça para ser executado pela guarda imperial de Tamriel. E adivinha quem está sendo levado junto com esse cara para ser executado também? Sim é você mesmo. Que não tem nome, nem raça, nem profissão enfim você é um ninguém até te perguntarem.  Esse momento é um dos melhores do jogo, pois o jogo te dá uma gama de opções para a criação de seu personagem, que você pode ser quem você quiser, dentro das opções de raças do mundo de Elders Scrols.

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Após você montar seu personagem, a historia prossegue com a sua execução quando BUM, um enorme dragão preto que veio para vandalizar destruir tudo, e por consequência interromper sua execução, e a do líder da rebelião Stormcloak, que foge junto com você no meio da bagunça. Nesse momento é te dada à opção de fugir com os Imperiais, ou com os Storcloaks.

Nesse jogo você está em um dos países do mundo de Tamriel, Skyrim um país onde os Nordicos são os povos originários dessa terra fria, que está sendo abalada por um conflito civil entre os Stormcloaks, e os Imperiais. Que lutam pelo controle e pelos costumes de Skyrim. Fora o sentimento de ódio contra os altos elfos de Aldmeri Dominion que venceram a guerra contra o império banindo o culto ao Deus nórdico Talos.

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ImperiaisX Stormcloaks

E no meio dessa guerra os dragões já extintos voltam dos mortos para tentar destruir todo o mundo, liderados por Alduin o dragão preto vândalo de execuções. E nesse tempo você descobre que você é um ser matador de dragões, que absorve a alma deles aprendendo a gritar feito um. Ou seja, você é o salvador dessa terra em desolação.

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Alduin

Elders Scrols V é um dos jogos mais ricos que foram criados nesses últimos anos, pois ele te dá a opção de ser quem você quiser, e viver uma vida de um personagem que pode ser um herói, ou um dos maiores vilões de todos os tempos. Sem falar de todo conteúdo que foi criado para ele, como a quantidade imensa de livros no próprio jogo que você pode ler para se instruir sobre a historia desse tão vasto mundo.

Esse jogo caiu tanto na cultura popular, que no ano de seu lançamento uma das coisas que mais se ouvia é que alguém costumava a ser um aventureiro como você até levar uma flecha no joelho.(Fala da maioria dos guardas das cidades de Skyrim).

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Mas um dos problemas desse jogo é que você nunca vai conseguir terminar esse jogo 100% devido à infinidade de side quests que você encontra para fazer, você ganha objetivos simplesmente pelo fato de conversar com algum personagem, que provavelmente vai pedir para você quebrar um galho para ele.  Eu mesmo até hoje não consegui terminar tudo desse jogo. Mas recomendo para quem tiver disposição e vontade de se divertir a longo prazo.

Aqui vai um vídeo de uma das musicas mais celebres do jogo.

Os Pirata, não espera, Assassinos!

Por Ocusteleta

Para você que já viajou pelas terras medievais na terceira guerra santa ao lado de Altair Ibn La Ahad, andou pela Itália renascentista do garanhão italiano Ezio Auditore, e “acendeu” as tochas da revolução americana com o índio Ratonhnhaké:ton/Connor Kenway se prepare-se que vem aí mais um Assassin’s Creed para você ainda no final deste ano. Mas isso você já sabia.

Anyway, depois de Assassin´s Creed 3 e seu personagem que não era assim tão carismático quanto os outros, a Ubisoft resolveu apelar para a pirataria. Não eles não estão contrabandeando nada e nem vendendo jogos baratos na feira perto da sua casa, eles resolveram apelar para a era de ouro dos clássicos e, por que não lendários, piratas.

O assassino da vez é Edward Kenway, pirata, malandro, assassino e avô de Connor. Edward era um oficial da marinha inglesa antes de entrar na vida de pirata. Sua ligação com a irmandade por enquanto não foi muito divulgada, mas nós esperamos algo bem feito em relação a construção e ambientação histórica desenvolvida pela Ubisoft. Algumas figuras históricas da época prometem aparecer nesse jogo, assim como em todo jogo da série, e uma dessas personalidades que já marca presença no primeiro trailer é o famoso pirata Barba Negra, que dá a sua visão de pirata sobre o nosso herói. Outras personalidades da pirataria que estão prometidos para o jogo são: Charles Vane, Calico Jack, Anne Bonny e Ben Hornigold.

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Edward Kenway

Em questão de jogabilidade eles estão prometendo muitos aprimoramentos para alguns sistemas que foram vistos no jogo anterior, como a batalha naval e exploração do mundo aberto, além da novidade de poder mergulhar com o protagonista no mar em busca de tesouros escondidos e outras coisas interessantes também, como caçar animais marinhos.

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A exploração do mundo parece que vai ser mais livre, além da possibilidade de visitar várias ilhas e cidades diferentes em busca dos seus objetivos. Como um bom sandbox, Assassin´s Creed IV: Black Flag promete resgatar boa parte de elementos furtivos que eram encontrados em jogos anteriores da série, como a presença mais ativa da escalada e mistura na multidão para assassinatos.

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O sistema de batalha naval tão elogiado no terceiro jogo vai ser aprimorado, além da promessa de poder decorar o seu navio ao seu bel prazer, o que é interessantíssimo mesmo piratas não ligando muito para isso.

A engine continua sendo a AnvilNext, que se mostrou muito competente no jogo anterior, apesar de alguns probleminhas que foram resolvidos no começo.

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Para você que curte história, pirataria e boas doses de ação, esse Assasin´s Creed parece que vai ser o jogo ideal para você, mandrião.

Segue alguns trailers marujos

Injustice: o novo queridinho das críticas

Olá, eu sou o Goku a Carol, também conhecida como a pessoa que estará escrevendo na “Coluna de Quinta” aqui no Ocusteleta.
Mantendo a linha do blog, pretendo falar sobre todo esse universo de games, quadrinhos, filmes e séries com um toque feminino. Espero que curtam!

Vou começar falando do novo game baseado no Universo DC, Injustice: Gods Among Us, desenvolvido pela NetherRealm Studios. Depois de ouvir tantas críticas referentes a ele, resolvi que estava na hora de jogá-lo e tirar minhas próprias conclusões.

 

Comecei a jogar pelo modo História. Algo que ficou bem bacana foi a divisão por capítulos, sendo que cada um possui seu personagem principal. As transações entre a narrativa e as batalhas faz com que o jogador sinta como se houvesse uma sequência direta, sem cortes.

O jogo começa após um plano envolvendo Coringa, Lex Luthor e outros vilões: a cidade é ameaçada por uma bomba.
Coringa atrai os herois, mas, após algo dar errado, alguns deles somem, indo parar em uma dimensão paralela onde os planos dos vilões deram certo e milhões de pessoas morreram.
Uma dessas pessoas é Lois Lane, que esperava um filho do Superman. Ele então se revolta com todos os vilões, incluindo bandidos e políticos corruptos, e começa um regime totalitário para manter a paz no mundo.
Alguns dos herois não aceitam esse regime e, liderados por Batman, se rebelam contra o Homem de Aço.

A partir disso, o jogo se desenvolve com reviravoltas que eu não vou spoilar aqui.

O cuidado com a dublagem ficou impecável. Os gráficos estão muito bons. É possível interagir com os cenários, jogar seu oponente para outros cenários e os ataques especiais estão fantásticos.

O jogo possui modo Multiplayer, que pode ser jogado online e offline, e o modo Fliperama, onde você tem uma sequência de batalhas aleatórias, fora da história, onde podem ser testadas suas habilidades.

Também há um modo de desafio, com missões dadas pelo conhecido laboratório S.T.A.R., onde mais de 200 tarefas precisam ser realizadas com os personagens disponíveis.

A jogabilidade é incrivelmente parecida com a de Mortal Kombat 9 (como era de se esperar), porém, ao longo do jogo, percebemos que Injustice tem sua personalidade própria, percebida em combinações de golpes e fluidez do jogo.

Uma das coisas que eu achei muito interessante em Injustice foi de que além da versão para console, há também uma versão mobile para sistema iOS. É um app gratuito muito bem feito e bonito, embora seja um tanto repetitivo. Ele permite liberar extras no aplicativo conforme você vence desafios no console e vice-versa.

 

O primeiro DLC de Injustice, o Lobo, que eu admito ser o motivo principal do meu interesse por esse jogo, já está disponível para download desde o dia 07/05 e há rumores de que os próximos sejam a BatGirl, provavelmente em sua versão original Barbara Gordon; General Zod, aproveitando a estreia do novo filme do Homem de Aço; e Scorpion, de Mortal Kombat, que vem como participação especial.

Injustice é um jogo divertido, simples, de fácil jogabilidade, com uma história muito boa e, se você é fã do Universo DC como eu, vai achar muito legal ‘incorporar’ seus personagens favoritos.
Porém não deixa de ser um jogo de luta como tantos outros que já temos por aí e eu não acredito que realmente valha o preço que está custando.