Injustice: o novo queridinho das críticas

Olá, eu sou o Goku a Carol, também conhecida como a pessoa que estará escrevendo na “Coluna de Quinta” aqui no Ocusteleta.
Mantendo a linha do blog, pretendo falar sobre todo esse universo de games, quadrinhos, filmes e séries com um toque feminino. Espero que curtam!

Vou começar falando do novo game baseado no Universo DC, Injustice: Gods Among Us, desenvolvido pela NetherRealm Studios. Depois de ouvir tantas críticas referentes a ele, resolvi que estava na hora de jogá-lo e tirar minhas próprias conclusões.

 

Comecei a jogar pelo modo História. Algo que ficou bem bacana foi a divisão por capítulos, sendo que cada um possui seu personagem principal. As transações entre a narrativa e as batalhas faz com que o jogador sinta como se houvesse uma sequência direta, sem cortes.

O jogo começa após um plano envolvendo Coringa, Lex Luthor e outros vilões: a cidade é ameaçada por uma bomba.
Coringa atrai os herois, mas, após algo dar errado, alguns deles somem, indo parar em uma dimensão paralela onde os planos dos vilões deram certo e milhões de pessoas morreram.
Uma dessas pessoas é Lois Lane, que esperava um filho do Superman. Ele então se revolta com todos os vilões, incluindo bandidos e políticos corruptos, e começa um regime totalitário para manter a paz no mundo.
Alguns dos herois não aceitam esse regime e, liderados por Batman, se rebelam contra o Homem de Aço.

A partir disso, o jogo se desenvolve com reviravoltas que eu não vou spoilar aqui.

O cuidado com a dublagem ficou impecável. Os gráficos estão muito bons. É possível interagir com os cenários, jogar seu oponente para outros cenários e os ataques especiais estão fantásticos.

O jogo possui modo Multiplayer, que pode ser jogado online e offline, e o modo Fliperama, onde você tem uma sequência de batalhas aleatórias, fora da história, onde podem ser testadas suas habilidades.

Também há um modo de desafio, com missões dadas pelo conhecido laboratório S.T.A.R., onde mais de 200 tarefas precisam ser realizadas com os personagens disponíveis.

A jogabilidade é incrivelmente parecida com a de Mortal Kombat 9 (como era de se esperar), porém, ao longo do jogo, percebemos que Injustice tem sua personalidade própria, percebida em combinações de golpes e fluidez do jogo.

Uma das coisas que eu achei muito interessante em Injustice foi de que além da versão para console, há também uma versão mobile para sistema iOS. É um app gratuito muito bem feito e bonito, embora seja um tanto repetitivo. Ele permite liberar extras no aplicativo conforme você vence desafios no console e vice-versa.

 

O primeiro DLC de Injustice, o Lobo, que eu admito ser o motivo principal do meu interesse por esse jogo, já está disponível para download desde o dia 07/05 e há rumores de que os próximos sejam a BatGirl, provavelmente em sua versão original Barbara Gordon; General Zod, aproveitando a estreia do novo filme do Homem de Aço; e Scorpion, de Mortal Kombat, que vem como participação especial.

Injustice é um jogo divertido, simples, de fácil jogabilidade, com uma história muito boa e, se você é fã do Universo DC como eu, vai achar muito legal ‘incorporar’ seus personagens favoritos.
Porém não deixa de ser um jogo de luta como tantos outros que já temos por aí e eu não acredito que realmente valha o preço que está custando.

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